Isabel Abreu – Até descobrir o voo no mar

Centro Comunitário da Madragoa
13 out às 22h30
14 out às 21h30
15 out às 16h00

entrada livre (lotação: 79 lugares)
levantamento de senha 30 minutos antes do início da sessão no local, no limite dos lugares disponíveis. Máximo 2 senhas por pessoa.

A 2ª edição da TRAÇA, a decorrer entre 13 e 15 de outubro de 2017, em vários espaços do bairro da Madragoa, é co-programada pelo Alkantara e dedicada ao encontro com as artes performativas. Seis artistas convidados produzem peças originais a partir da coleção de filmes de família do Arquivo Municipal de Lisboa – Videoteca, peças a apresentar em estreia absoluta em vários locais habitados pela comunidade do Bairro da Madragoa.
Os seis artistas envolvidos são Alex Cassal, Isabel Abreu, Raquel André, Sofia Dinger, Sofia Dias & Vítor Roriz e Silva Melo & Miguel Aguiar.
Isabel Abreu apresenta a peça Até descobrir voo no mar, trabalhando sobre a repetição e a memória.

Repetir. Repetir as histórias. Repetir. Repetir os gestos. Repetir. Repetir até que as memórias se confundam. Repetir até perder a memória. Repetir até acreditar na memória. Repetir até ser a minha memória. Repetir até voar na praia com o meu pai.

Criação e interpretação Isabel Abreu
Texto a partir de depoimentos recolhidos na Madragoa e de uma história de Dulce Maria Cardoso
Som Pedro Costa
Agradecimentos Alex Cassal, Christiane Jatahy, Dulce Maria Cardoso, Sofia Dias & Vítor Roriz, Miguel Aguiar, Maria Manuela de Sousa, Raquel André, Tiago Guedes, Centro Comunitário da Madragoa, Grupo de Teatro Anzol Castiço e todas as pessoas que me emprestaram as suas histórias
Duração 15 minutos

Isabel Abreu é licenciada em teatro pela Escola Superior de Teatro e Cinema. Foi dirigida por encenadores como Marco Martins, Tiago Guedes, Tiago Rodrigues, Nuno Cardoso, Ana Luísa Guimarães, Rui Mendes, João Mota, entre muitos outros. Além do seu percurso premiado como actriz de teatro, Isabel Abreu também ganhou notoriedade e reconhecimento pelo seu trabalho em televisão e cinema.
Em 2011, foi premiada na categoria de Melhor Atriz pela peça Blackbird de David Harower, pela Sociedade Portuguesa de Autores. Em 2015, foi premiada na categoria de Melhor Atriz de Cinema Português pelos Caminhos do Cinema Português. Entre as várias distinções, foi também nomeada para o prémio de Melhor Atriz no Festival de Televisão de Monte Carlo, pela sua interpretação na minissérie Noite Sangrenta e para o Globo de Ouro de Melhor Atriz, pelo espectáculo Três dedos abaixo do joelho.
Em cinema, trabalhou com realizadores como Sandro Aguilar, em Zona (2008), Voodoo (2010), Sinais de serenidades por coisas sem sentido (2012) e Bunker (2015); Tiago Guedes e Frederico Serra em Entre os dedos (2008); Tiago Guedes em Coro dos Amantes (2014); Mariana Gaivão em Solo (2012), entre outros. Participou recentemente na fotonovela escrita por Tiago Rodrigues, editada pela Revista Granta. Foi convidada para participar na mostra de escritores portugueses em Nova York, no Metropolitan Museum (2014), com a leitura de textos de Afonso Cruz.