RAQUEL ANDRÉ – RUA DE São Félix

Instituto Hidrográfico
13 out às 21h45
14 out às 19h20
15 out às 18h30

entrada livre (lotação: 40 lugares)
levantamento de senha 30 minutos antes do início da sessão no local, no limite dos lugares disponíveis. Máximo 2 senhas por pessoa

A 2ª edição da TRAÇA, a decorrer entre 13 e 15 de outubro de 2017, em vários espaços do bairro da Madragoa, é co-programada pelo Alkantara e dedicada ao encontro com as artes performativas. Seis artistas convidados produzem peças originais a partir da coleção de filmes de família do Arquivo Municipal de Lisboa – Videoteca, peças a apresentar em estreia absoluta em vários locais habitados pela comunidade do Bairro da Madragoa.
Os seis artistas envolvidos são Alex Cassal, Isabel Abreu, Raquel André, Sofia Dinger, Sofia Dias & Vítor Roriz e Silva Melo & Miguel Aguiar.
Raquel André apresenta a peça Rua de São Félix, a partir dos filmes de família de Maria Manuela de Sousa.

Rua de São Félix é a projeção de um filme.
Uma possibilidade de um olhar sobre uma rua. Uma rua filmada pela mãe da Dona Manuela, uma rua filmada pela Raquel, uma rua filmada pela Dona Manuela.
Afinal quantos filmes, quantas histórias acontecem na Rua de São Félix? Que filme uma Rua conta?
Partindo do arquivo familiar da Dona Manuela, são criados novos filmes que contam a história de uma Rua, ou de quem já passou nela, ou de quem nunca viu a Rua de São Félix mas que poderá sempre imaginar um novo filme.

Criação Raquel André
Colaboração Artística António Pedro Lopes
Edição e Captação de Som Afonso Sousa
Produção Mónica Talina
Agradecimentos Maria Manuela de Sousa, Teatro Nacional D. Maria II, Escola Básica Nuno Gonçalves, Equipa do Instituto Hidrográfico, Carlos Dias, Christiane Jatahy, Sofia Dias, Vitor Roriz, Alex Cassal, Isabel Abreu e Miguel Aguiar
Duração 25 minutos

Raquel André desenvolve o seu trabalho artístico desde que se conhece como gente. Um dia pegou numa caixa de papelão cheia de cartas escritas à mão, correspondência de uma família nos anos 70, 80 e 90 e daí criou o seu primeiro trabalho autoral em 2009. Desde então que se tem interessado pelo colecionismo, especialmente pelo Colecionismo nas Artes Performativas, tendo sido essa a sua dissertação de Mestrado na Universidade Federal do Rio de Janeiro, com Bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian. É licenciada pela Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa, estudou e aproximou-se de vários artistas portugueses de diversas linguagens artísticas, passou pela televisão portuguesa e apresentou as suas criações em Portugal, Espanha, Polónia, Berlim, Bélgico, Cuba, Argentina e Brasil. Foi em 2011 que pisou pela primeira vez o Rio de Janeiro, ganhou a Bolsa Inov-Art e uma residência de cinco meses na Cia dos Atores, passou cinco anos a trabalhar perto de Bel Garcia, Cesar Augusto, Marco Nanini e Fernando Libonati. Em 2014 começou a sua Colecção de Amantes, estreou em 2015 no Teatro Nacional D.Maria II e em 2016 estreou a Colecção de Coleccionadores vencedora da Bolsa Isabel Alves Costa no Teatro Rivoli.
Atualmente vive numa ponte aérea, sabe que quer continuar a viajar com a certeza que será o seu coração que a fará movimentar-se com as suas criações, como performer, atriz, diretora/encenadora, programadora, produtora e como colecionadora obstinada pelo efémero. É artista convidada da rede europeia APAP (Advancing Performing Arts Project – Performing Europe 2020), sob o apoio do Teatro Nacional D. Maria II.
www.raquelandre.co