 ESPAÇO ALKANTARA
 Guintche residência artística de Marlene Freitas
 this is not a love story, residência artística de gunilla heilborn
 breaking point(e), residência de joão evangelista e fahmi fadzil
 ciencia-ficción, residência de cristina blanco
 still standing you, residência de pieter ampe e guilherme garrido
 michel schweizer à conversa no espaço alkantara. “bleib opus #3” no teatro maria matos
 o que se leva desta vida, residência de tiago rodrigues e gonçalo waddington
 apresentação performática do livro "bicho, és um bicho" de filipa francisco e idoia zabaleta
 vizinhos, residência de gustavo ciríaco e andrea sonnberger
 mientras tanto, residência de criação de carlos pez
 retratos autorizados, residência de criação de luciana fina
 POINTE TO POINT | 6º Encontro de Dança Ásia-Europa
 pointe to point | projectos seleccionados para desenvolvimento de outubro 2009 a abril 2010
 pointe to point | coordenadores artísticos
 pointe to point | artistas participantes
 pointe to point | parceiros
 NU KRE BAI NA BU ONDA
 a mulher que parou
 íman
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ESPAÇO ALKANTARA

Localizado no Bairro de Santos, em Lisboa, o espaço alkantara é um velho edifício de 600 m2 constituído por dois andares, um rés-do-chão em open space e um primeiro piso com diversas divisões, cedido desde 2007 pela Câmara Municipal de Lisboa à associação alkantara.
Há mais de dez anos que alkantara (antes DANÇAS NA CIDADE) procurava um espaço para se instalar e desenvolver as suas actividades. A lista de possibilidades é longa e inclui, entre outras, um projecto em colaboração com o Forum Dança para as antigas instalações do Exército, em Belém, apresentado ao Ministério da Cultura e IPPAR em 1996; um projecto para a zona das Docas no Porto de Lisboa; a integração no projecto dos Artistas Unidos para o Edifício A Capital no Bairro Alto; um projecto a ser inserido nos Caminhos do Oriente, no contexto da Expo 98 e o projecto Eixo da Dança, em conjunto com EIRA (Francisco Camacho), o Rumo do Fumo (Vera Mantero), ACCCA (Clara Andermatt) e RE.AL (João Fiadeiro) para dois edifícios no Bairro Alto e no Marquês de Pombal.
Durante o período de espera, de alguns anos, alkantara partilhou com a associação ACCCA um pequeno escritório anexo a um estúdio de dança no edifício dos Bombeiros Lisbonenses, na Rua Camilo Castelo Branco. A decisão dos Bombeiros Lisbonenses de pôr fim ao contrato de aluguer, em 2006, obriga a associação a procurar uma nova solução.
Finalmente, em Abril de 2007, alkantara e a Câmara Municipal de Lisboa assinaram um protocolo de cedência e utilização precária de um imóvel municipal situado na Calçada Marquês de Abrantes 99, devoluto e em estado de degradação elevada.
No início de 2008, levaram-se a cabo pequenas obras de recuperação de forma a que alkantara pudesse desenvolver as suas actividades. Apesar de incompleta e limitada, esta reforma permitiu transformar o espaço em ponto de encontro do “alkantara festival 2008” e acolher diversas residências artísticas e apresentações públicas. Os escritórios mantiveram-se, no entanto, na Freguesia dos Anjos.
Durante o Verão de2009, alkantara fechou as portas do espaço alkantara para a primeira fase de obras profundas; de renovação do primeiro piso, da estrutura e cobertura do edifício.
Com a colaboração do gabinete de arquitectura MGC Arquitectos Associados, representado por Jordi Fornells e Carlos Gomes, e o empreiteiro de obra, Sr. Victor Varela, é possível agora estabelecer os escritórios da associação alkantara no mesmo local onde decorrem as actividades, na Calçada Marquês de Abrantes 99.
É nossa intenção criar um novo espaço cultural para a cidade, para a comunidade artística nacional e internacional e para a população lisboeta.
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